o homem, no decorrer da sua história, tem feito de seu livre-arbítrio uma arma de auto-destruição. e assim, disse Paulo: "dizendo-se sábios (os homens), tornavam-se estultos e deixavam a glória de Deus incorruptível, de aves, de quadrupdes e de répteis"
quando tivermos o coração e espírito puros, só então teremos ânimos para superar o medo de que se apossou do mundo.
"bem aventurados os puros de coração, porque, eles verão a Deus."
d'o tempo.
de como a viagem é necessária.
sobre as mais virtuosas vertentes do tempo, todavia, escravizemos-nos. ou que deixemos-nos ser escravizados.
em minhas mais profundas reflexões dos ponteiros; vemos em momentos de alegria o decorrer, deste mesmo, em abrupta velocidade. não esta, obstante, uma consagrada ao tempo. porém, uma de estilo característico do ponto de saída ao de chegada. conquanto, não, deveras, característico ao que se dá até ao final.
se tivermos, como numa televisão, uma metralhadora de elétrons, para ser absorvida por fósforo e virar energia luminosa.. que faça-se a luz, não através de meus fósforos, mas que os teus olhos iluminem o caminho que percorrerei. este, que de longo tem o nome e as quadras até teu quarto, até tua cama, teu deleito, teu coração. através de viagem no tempo - e assim, quebrando qualquer conceito einsteriano - fui até o passado, recolhi tudas memórias, anotei os teus desejos e encantos e trouxe para o nosso presente referencial. esse foi o meu presente - o teu coração. tornei-me diferente do que o meu presente referido era, para tornar-se dono do teu coração e, assim, provar Newton acertou se um dia, tu fizer o mesmo. sobre o presente certo, é incerto afirmar que está certo sobre o presente que me fiz. o que me dei. o presente que te dei. a verdade é tal, que escolhi outras necessidades para o meu ser: fazer e ser diferente, esquecendo que aqui dentro também bate o que não é de chocolate - xuxa, como eu te odeio - construindo um altar pr'o vosso nome em cima da moradia de meus conseguintes. presente, este, que atribuímos ao passado que me referi. e, de tal forma, mudei este quando fiz a minha viagem. senão, seria, de fato, um presente diferente do qual era "real" e - quem sabe, até - verdadeiro.
serei, eu, justo? fiz o que há de chamar de "certo"?
o que me importa? eu tenho seu coração.
mudei? de tal forma que abri mão de meu caminho para tornar o que no singular e possessivamente chamava, para a pluralidade dessa vida que escolhi para o meu ser.
é Nosso.
é Você.
Somos nós.
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Um comentário:
muito bom!
Realmente... acho que a viagem no tempo resolveria muitos problemas de hoje. Infelizmente (ou felizmente) estamos longe disso acontecer.
p.s. eu tmb odeio a xuxa! hahahahaha... pior que a música ficou nam inha cabeça agora! hahaha
:*
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